sábado, 21 de maio de 2011

PORTO VELHO - UMA CIDADE PARA TODOS















Os últimos anos tem sido, para a cidade de Porto Velho e seus moradores, o que se pode considerar como um momento atípico. Tudo isso por conta de um conjunto de valores, pontuados a partir da construção das Usinas Hidrelétricas e que permeiam outros atrativos, até a concorrida disputa no aquecimento da construção civíl. Todo esse processo se verifica no dia a dia da cidade, hoje não tão provinciana. Basta observar-mos a vida noturna da cidade, antes vivenciada somente nos fins de semana, de forma acanhada. Diferente disso, todos os dias são frenéticos e os notívagos de todos os cantos, de todos os gostos e de todos os perfís são se encastelam nos bares, nos botecos, nos requintados restaurantes ou onde houver uma boa cerveja gelada. Enfim,nas noites de Porto Velho, na semana inteira, há sempre um lugar de preferência para alguém.

Não raro, os balneários naturais e os clubes estão sempre muito frequentados nos finais de semana, dando um tom do quanto os nosso novos moradores buscam interagir com vida da cidade. Ainda é cedo para assegurar que esse fenômeno permanecerá após o término desse período marcado por tantas obras, objeto pontual do novo ciclo por que passa o estado de Rondônia, principalmente sua capital.

Certamente, não houve a estrutura necessária para que a cidade pudesse conviver com todo essa explosão demográfica. Faltam, sem dúvida alguma, mais condições. Não há suporte habitacional, transporte coletivo, a rede bancária tornou-se insuficiente, somando-se ao trânsito, antes ruim, agora à beira do colapso.

Paralelo a tudo isso, há que se repensar a cidade e, urgentemente, adequá-la aos novos tempos, permitindo que todos nós, somados aos outros brasileiros que convivem aqui,viver melhores dias e construir um futuro melhor.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A COMUNICAÇÃO NA CULTURA POPULAR

Por José Monteiro.

Quando o arqueólogo inglês WILLIAN JHON THOMS publicava, em 22 de agosto de 1846, na revista londrina THE ATHENEUN, a criação e o conceito de folclore, a comunidade de pesquisadores e cientistas passou a discutir o fenômeno e entendê-lo como a praticidade do saber popular. Assim, esse apêndice da cultura, ao longo dos anos e, até hoje, é objeto de estudo, seminários, conferências e de tantas publicações pertinentes.

A partir de então passava-se a olhar o folclore como ciência a lançar o seu foco para o registro dos contos, das narrativas, dos costumes e usos dos tempos antigos, transmitidos através das gerações. Esse fato, segundo o arqueólogo, se alicerçava na troca de experiências entre as pessoas e na disseminação dos seus saberes. Feito assim se desencadeava uma profusão fenomenal de informações e que não faziam parte dos cuidados e interesses dos estudos oficiais. Veja as fotos mostrando produtores de diversos segmentos da cultura popular, na feitura do artesanato folclórico.

(Benzedeira e plantas medicinais)













(Confeccionador de fogão de barro)












(Artesão de tarrafa para pesca)














Leia, também, a matéria da repórter Larissa Moreira. Ela aborda a questão do provável desaparecimento de parte da história dos rondonienses e de seus costumes, possivelmente provocado pelos impactos resultantes da construção das usinas hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau.

Necessário é compreender o conceito de cultura. Entre tantas definições, muitos estudiosos dimensionam seu entendimento como uma forma de sobrevivência e acrescentam: É o domínio do homem sobre o meio ambiente, dele extraindo a subsistência e garantindo a perpetuação de sua espécie. Segundo o filólogo Aurélio Buarque de Holanda cultura também é o ato ou efeito de cultivar atividades e desenvolvimentos intelectuais. Confira, no áudio, a entrevista com produtor de cultura popular.

Partindo do entendimento que folclore é o resultante da vivência, da experiência e ainda do saber não institucionalizado, é que se formata a necessidade de compreender como se operacionaliza a comunicação dentro desse fenômeno, entendido como cultura popular. E mais: de que forma essa comunicação é feita nas mais diversas manifestações e como a praticidade garante sua perpetuação através dos tempos. Assista ao vídeo do folguedo quadrilha junina e verifique o processo comunicativo e a interação entre o marcador e os brincantes.

video

segunda-feira, 27 de abril de 2009

FAZER JORNALISMO

O curso de comunicação social, com habilitação em jornalismo é, em Rondônia, uma realidade ainda incipiente. As faculdades vão formando jornalistas e colocando-os à disposição do nosso mercado de trabalho, tão carente de bons profissionais.

Há exemplo em outros cursos e não seria diferente na comunicação social sairem, em grande maioria, graduados portando seus respectivos diplomas. Tão somente diplomas. Desprovidos, portanto, do compromisso de disponibilizar seus conhecimentos à serviço da notícia como um componente indispensável da informação. As causas se justificam, entre outras, na ausência de talento e habilidade na arte de escrever. A questão é vocacional.

Poucos, certamente, desfraldarão o verdadeiro sentido do fazer jornalismo, construído na solidez da ética e do compromisso com a inquietante apuração dos fatos. Nesses serão depositadas todas as esperanças na certeza de que possam, de fato, contribuir na difusão e praticidade de um jornalismo pautado à luz dos valores que tonificam a sublime missão de informar. Aliás, nunca é bom perder-mos de vista: o comunicador é o agente formador de opinião e, por conseguinte, um transformador da sociedade.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

JORNALISMO INVESTIGATIVO

É um modelo de jornalismo que se pauta pela investida minuciosa a um determinado assunto, utilizando-se de tecnicas que possibilitem trazer, à tona, as questões não consideradas em uma reportagem ou numa notícia. Podemos afirmar que o jornalismo investigativo trabalha na periferia do evento, valendo-se da habilidade do jornalista para descobrir e revelar detalhes determinantes e que contribuam para a elucidação do fato noticiado.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A PAIXÃO NAS RUAS DE PORTO VELHO


Sexta Feira Santa nos remete aos tempos vividos por Jesus e nos propõe vencer as adversidades e buscar uma nova vida. Assim, o sofrimento de Cristo, sua morte e ressurreição vão continuar sendo os principais motivos e estímulos para a nossa conversão.

O mundo inteiro, especialmente entre os cristãos, se celebrou esse momento vivido por Jesus. Em Porto Velho O Clube Teatral Exodo encenou as principais cenas da Paixão, como parte da programação da arquidiocese de Porto Velho. Terminada a procissão o povo se aglomerou em frente aos cenários montados no pátio da Catedral. Ali os 50 atores reviveram os principais momentos do sofrimento de Jesus.

O espetáculo foi marcado por profissionalismo e o público reagiu emocionado. A cada cena os aplausos se misturavam às lágrimas. Mas que isso: a composição cenográfica, os efeitos especiais, o realismo do texto gravado e o desempenho cênico dos atores somaram para que a mensagem do Mestre continui sendo eternizada.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

cultura popular

é importante lembrar que cultura popular tem sua definição como sendo um produto vivenciado pelo povo. Não é elitista porque sua produção e manifestação tem saberes na experiência popular.A exemplo disso citamos os nossos folguedos, resultado da vivência, da tradicionalidade e da funcionalidade. Sao essas características os ingredientes que fazem o saber popular.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

cultura é comunicação

a cultura é comunicação e precisa ser entendida como tal. A dança, por exemplo, é a comunicação do corpo.